
Parabéns, Gu!
O garoto da foto é o Gustavo. O Dia da Criança é literalmente o dia dele. Neste 12 de outubro, o Gu completa seu primeiro aninho.
Ele é o quarto dos meus quatro filhos. Rezo para que Nossa Senhora Aparecida acompanhe seus passos ao longo da vida.
Por falar em passos, o Gustavo começou a dar os seus primeiros. Ainda não tem a devida firmeza. Mas, como todos nós, vai tropeçar, cair e levantar até conseguir superar os obstáculos que encontrará na sua trajetória.
Eu, como todo pai-coruja, acho ele simplesmente lindo. Torço e rezo para que ele colecione mais sucessos do que insucessos nos muitos anos que certamente terá pela frente.
Publiquei a seguinte nota na coluna Poronga, no Página 20.
Recebi a resposta do secretário Aníbal Diniz.
Jornal da Floresta
O governo acusou o golpe com a denúncia feita pela oposição sobre a Floresta Estadual do Antimary. É tanto que passou a veicular uma peça publicitária, intitulada Jornal da Floresta.
Quem acusou o golpe?
Caro Léo;
Fiquei surpreso com sua nota “acusou o golpe”, sugerindo que o informativo levado ao ar no último domingo pelo governo foi uma resposta aos ataques dos adversários ao projeto de manejo da Floresta Estadual do Antimari. O governo tem sua própria agenda, e o manejo florestal está em pauta desde o início. Sou da opinião de que quem acusou o golpe foram eles, que, depois de tantos ataques ao projeto de desenvolvimento sustentável e ao Governo da Floresta, decidiram iniciar um debate sobre o tema sustentabilidade. Faltou audiência?
Melhor assim. Antes tarde do que nunca!
Um abraço,
Aníbal
O PT do Acre é Berzoini
O PT do Acre disse sim ao candidato do Campo Majoritário, Ricardo Berzoini. O deputado federal paulista obteve 559 votos, entre os 1.043 votos válidos. A diferença para o gaúcho Raul Pont foi de apenas 75 votos. Somente 28,1% dos filiados foram votar no domingo.
A eleição direta do PT, aqui no Acre, foi decida pelos diretórios do interior do Estado. Na capital, Raul Pont venceu Ricardo Berzoini por 20 votos. O resultado está no site do PT – www.pt.org.br.
Ao dar a vitória a Berzoini, os petistas acreanos também acabam concordando com os rumos tomados pelo PT, que culminaram na maior crise vivida por um partido na história do Brasil.
Não era segredo para ninguém que o ano de 2005 foi eleito pelos petistas como um ano de festa. Havia motivo para isso. Afinal, o partido completou 25 anos de fundação
A festa foi substituída por uma verdadeira tragédia, que já dura mais de 120 dias. O espetáculo dantesco parece não acabar nunca. Todo os dias aparecem fatos novos. Essa situação poderá ficar ainda pior caso a vitória do paulista se confirme nos demais estados brasileiros.
Ficará difícil para o PT manter a estrela, que já está quase se apagando. Afinal, o Campo Majoritário tem como o maior símbolo o deputado federal José Dirceu, que está utilizando de todos os artifícios para se manter no mandato. E Dirceu há muito tempo deixou de ser persona grata nas rodas políticas. É tido e havido como o responsável por tudo de ruim que aconteceu. Mas o pior é que ele parece não se convencer disso.
Revoada tucana
A perspectiva de poder para o PSDB, a partir de 2007, faz do partido um dos mais procurados por novos e antigos políticos. O presidente da Eletroacre, Edílson Cadaxo, depois de uma temporada longe do ninho tucano, voltou pensando em voar alto. É o potencial candidato a governador do partido nas eleições de 2006.
Para tentar viabilizar sua candidatura, Cadaxo deverá deixar a presidência da Eletroacre até o dia 19 deste mês. O cargo é da Frente Popular.
Seu substituto, certamente, será o engenheiro Celso Matheus, que também é cunhado do secretário de Segurança Pública, Antônio Monteiro, e do procurador-chefe do Ministério Público, Edmar Monteiro. Mas Celso não precisa do parentesco para ocupar a função. Ele tem competência suficiente.
Edílson Cadaxo nunca escondeu que seu sonho é se tornar deputado federal, mas foi convencido pelos dirigentes nacionais do PSDB a pôr seu nome para governador. Os tucanos de alta plumagem lembraram a trajetória do pai, o ex-governador Edson Cadaxo, para convencê-lo a aceitar a empreitada.
Como tudo é possível em política, não será surpresa se o PSDB e o PMDB marcharem juntos no próximo ano. Conversas neste sentido foram iniciadas. O curioso é que, em 2002, Edílson Cadaxo teve sua candidatura a deputado federal abortada por conta de manobra dos peemedebistas. Ele já conversou com Flaviano Melo e com o deputado federal João Correia, que é seu primo.
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