Recibo

O Jornal do Brasil não dá trégua ao senador Geraldinho Mesquita (sem partido). Esta semana, publicou matéria revelando que o parlamentar enviou dois assessores ao Acre para devolver os R$ 5 mil retirados do salário do ex-assessor Paulo Freire. Queria apenas que o rapaz lhe isentasse de qualquer culpa. Freire não topou o acordo.

Defesa

O Conselho de Ética do Senado deve abrir processo de cassação do senador esta semana. Na sua defesa, ele anexou declaração da assessora Maria das Dores, a Dóris, assumindo a responsabilidade pela retenção do dinheiro. Ora, se ela fez tudo sozinha, por que não foi sumariamente demitida? Mesquita diz que não demitiu porque a moça agiu de boa-fé e está bastante abalada. Tá, cheiroso!

Sabedoria

Se realmente a situação chegar a ponto de Geraldinho Mesquita ser cassado, mais uma vez fica provado que tudo aquilo que se ganha fácil se perde fácil. É a velha e boa sabedoria popular.

Em família

Comentário de um observador sobre o “mensalinho” cobrado por Geraldinho Mesquita. “Se ele cobrava 40% de estranhos, qual era o percentual na época que seu gabinete era formado basicamente por parentes?”. A resposta está com eles.

Binho frio

Em conversa com o colunista no Salão Azul da Assembléia Legislativa, uma sindicalista declarou que quer negociar com Jorge Viana porque, segundo ela, a negociação será mais difícil quando o vice-governador, Binho Marques, assumir a titularidade. “Ele é frio e joga duro demais”, declarou.

À espera de um milagre

Muito se fala, mas nenhum candidato pré-candidato da oposição com chances reais de eleição terá coragem de pôr o bloco efetivamente na rua até que seja decidido a que cargo o senador Tião Viana (PT) concorrerá. Todo mundo está com os olhos espichados para Brasília à espera de um milagre.

Petistas não querem

Uma candidatura do governador Jorge Viana (PT) para deputado federal obteria, sem dúvida nenhuma, votos suficientes para eleger uma bancada grande. Mas, ao contrário do que muitos pensam, ele não seria bom para os candidatos do PT. Ajudaria muito aos partidos aliados.




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